TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO SUGEREM QUE O ZIKA VÍRUS SEJA UMA ARMA BIOLÓGICA.ENTENDA O PORQUÊ !

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Teorias da conspiração sugerem que o Zika vírus seja uma arma biológica. Entenda o porquê!
de Bruno Rizzato  16 horas atrás
Não demorou uma semana após a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar que o Zika vírus é uma emergência global, para surgirem diversas teorias da conspiração sobre a doença. Conheça agora algumas das mais terríveis e assustadoras que já surgiram o Zika.

1 – Empresa criou arma biológica com mosquitos geneticamente modificados
Uma das teorias conspiratórias mais famosas afirma que o surto de Zika foi causado por mosquitos geneticamente modificados, criados e liberados pela empresa de controle de insetos, Oxitec. Embora seja verdade que a Oxitec, há algum tempo, esteja criando mosquitos geneticamente modificados, com testes recentes sendo feitos em algumas cidades do Brasil, a finalidade do projeto é exatamente contrária às acusações.

Os mosquitos da Oxitec carregam um traço genético hereditário que torna qualquer descendência incapaz de sobreviver sem o antibiótico tetraciclina. Quando um mosquito selvagem do sexo feminino cruza com um macho geneticamente modificado, as larvas morrem muito antes de atingirem a idade adulta.
Porém, a teoria não faz sentido, já que, para que o surto fosse global, a Oxitec teria de liberar diversos mosquitos transgênicos com uma ampla oferta de tetraciclina. Como a empresa de controle de insetos teria tantos vírus de Zika disponíveis? E como o epicentro do surto Zika ocorreu a centenas de quilômetros de onde a Oxitec fazia testes com os mosquitos geneticamente modificados (Piracicaba-SP)? Estas são perguntas que não têm respostas simples.
Aedes-aegypti-geneticamente-modificado-Oxitec
aedes aegypti geneticamente modificado-Oxitec

2 – A culpa é da família Rockefeller
Você sabia que o governo americano já possuía o Zika vírus em arquivos biológicos, desde 1947? Você sabia que ele foi originalmente criado em um experimento secreto dos laboratórios da família Rockefeller (família dos EUA considerada uma das mais ricas, poderosas e influentes do mundo) e está agora disponível para encomenda online? A ideia de que a epidemia atual de Zika decorre de amostras retiradas do American Type Culture Collection (ATCC) é uma das teorias de conspiração que estão circulando por aí.

Sabe-se que o ATCC realmente possuía amostras patogênicas em sua coleção de cultura biológica, e sim, o vírus Zika é uma delas. De fato, cientistas podem solicitar o acesso aos espécimes para fins de pesquisa. Mas não é exatamente como pedir uma pizza ou comprar um produto online. Para fazer um pedido de quaisquer espécimes, mesmo que sejam levemente patogênicos, é preciso mostrar diversas credenciais e documentos legais assinados por representantes da instituição de pesquisa. Por mais que tudo seja possível quando há poder, fundos ilimitados e interesses políticos envolvidos, é precipitado criar teorias conspiratórias como esta.

3 – Controle populacional
Uma das teorias envolve o interesse em controle populacional, relação com a indústria das vacinas e Bill Gates, o fundador da Microsoft e, curiosamente, dono da Oxitec, a empresa que realiza os testes dos mosquitos geneticamente modificados no Brasil. A teoria afirma que a melhor maneira de realizar um controle da população seria atingindo mulheres grávidas, gerando uma predisposição ao vírus com a ministração de “vacinas” suspeitas. 

Existem algumas versões diferentes desta teoria e as informações continuam nebulosas. Alguns dos “fatos” utilizados pelos teóricos da conspiração, estão abaixo:

– No final de 2014, o governo brasileiro acrescentou a vacina de dTpa (tétano, difteria e coqueluche) à lista de vacinações de rotina para mulheres grávidas;

– A vacinação de dTpa nunca foi comprovada segura para uso durante a gravidez. Na verdade, dTpa é classificada pela FDA (reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA) como uma droga de classe C, ou seja, não é uma escolha segura durante a gravidez;

– O Zika vírus eclodiu no Brasil em 2015, um ano após a vacinação;

– A fundação Bill e Melinda Gates recentemente lançou um programa para estudar as respostas imunes de mulheres grávidas ao dTpa. Eles alegaram ser apenas um “teste para a segurança do esquema de vacina”;

– O Governo Federal Brasileiro mobilizou 220 mil soldados para lutar contra o Zika, pulverizando inseticidas nos bairros e casas para matar os mosquitos. Porém, o inseticida seria tóxico, oferecendo risco a mulheres grávidas e crianças;
– O governo também diz que vai distribuir repelentes de mosquitos para cerca de 400.000 mulheres grávidas que recebem bolsa-família. Autoridades de El Salvador, Colômbia e Brasil também sugeriram que as mulheres adiem a gravidez até que a crise seja controlada;

Todos estes itens combinados seriam uma vitória definitiva para uma possível “agenda de controle populacional” arquitetada por Bill Gates, o bilionário eugenista que assusta pessoas impedindo-as de engravidar.

O problema aumentou, recentemente, após pesquisas alegarem que o Zika pode ser uma doença sexualmente transmissível, pois foi encontrado no sêmen de um homem que possuía o vírus.

Se todas essas teorias são reais ou não, cabe a cada um tirar suas próprias conclusões. O fato é que o ideal é seguir as recomendações de prevenção da doença e combater a reprodução dos mosquitos Aedes aegypti.
Gizmodo / Trinfinity8 ] [ Foto: Reprodução / Gizmodo e Oxitec ]

Fonte:http://www.jornalciencia.com/teorias-da-conspiracao-sugerem-que-o-zika-virus-seja-uma-arma-biologica-entenda-o-porque/


MOSQUITO TRANSGÊNICO | DENGUE | CHIKUNGUNYA | ZICA VIRUS | MICROCEFALIA | ARMA BIOLÓGICA!!!






Publicado em 7 de dez de 2015

Em 2011, mosquitos Aedes aegypti, geneticamente modificados, foram soltos em algumas cidades brasileiras. 

Era o começo do Projeto Aedes Transgênico aqui no Brasil.

A promessa era de que os mosquitos transgênicos machos copulariam com as fêmeas selvagens e as crias morreriam ainda no estágio larval, sem chegar a idade adulta.

Seria maravilhoso se fosse tudo assim, mas não foi bem isso que aconteceu.

É muito provável que ovos do Aedes aegypti, geneticamente modificados, tenham sido expostos à tetraciclina, antibiótico que mantém as larvas até a idade adulta, ganhado o mundo já como um novo mosquito, de carga genética diferente do Aedes aegypti original. 

O resultado disso, você já sabe: em vez de neutralizar a potencialidade nociva do mosquito transmissor da dengue, essa mutação genética no inseto trouxe novas doenças para 
os brasileiros: 

A Zika e a febre chikungunya. 

O Zika vírus, destacando-se, com consequências devastadoras para as brasileiras grávidas: a microcefalia em bebes de mães diagnosticadas com a doença, durante a gestação. 

E os casos não param de aumentar. 

PROTEJAM-SE E ALERTEM A TODOS PARA OS DEVIDOS CUIDADOS.

Cientistas alertam sobre riscos irreversíveis nos mosquitos transgênico, veja o link
https://goo.gl/cf8LER


Cientistas alertam sobre riscos irreversíveis nos mosquitos transgênicos


Machos liberados na Bahia seriam semi-estéreis, em vez de estéreis, como anuncia o Governo
Para combater os recentes e reincidentes surtos de dengue no Brasil, autoridades decidiram produzir e liberar mosquitos transgênicos, num projeto piloto no município baiano de Jacobina, anunciado em 7 de julho, o que para ambientalistas é muito controvertido e ameaça transcender as fronteiras.
A comunidade científica, entre eles o Instituto Max Planc da Alemanha, reclama que as autoridades não entregaram informação completa, já que os estudos que embasam o projeto informariam que estes machos seriam semi-estéreis, e não machos estéreis, como anuncia o Governo, informa o Dário da Saúde.
Segundo cientistas, a geração transgênica afetará a futura geração de mosquitos, multiplicando-se em todas as regiões, da mesma forma como ocorreu com uma experiência com abelhas décadas atrás, de maneira irreversível, afetando todo o continente. Desconhece-se quais serão os resultados desta alteração genética ou as implicações nas pessoas que possam ser picadas por estes insetos transgênicos.
As autoridades reconheceram que desconhecem o impacto futuro e que será preciso aproximadamente cinco anos de experiências para mensurá-lo, segundo informe do portal do Ministério da Saúde. De acordo com o informe, no entanto, os mosquitos transgênicos já haviam sido liberados em 2011 e 2012 e continuarão a ser experimentados com a população da Bahia “como um dos mecanismos para combater a doença”.
Apesar dos alertas dos cientistas pela falta de provas de que não haverá danos futuros, as plantas e os animais transgênicos estão fazendo seu debut sem que tenha sido permitida a discussão a respeito, adverte o Diário da Saúde.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou no sábado, 7 de julho, na Bahia, da abertura da fábrica com a maior capacidade mundial de produção do anunciado mosquito da dengue estéril. A unidade funciona no município de Juazeiro, na sede da empresa pública Moscamed, especializada na produção dos insetos transgênicos para o controle biológico de pragas, informou o Governo.
Fábrica de mosquitos transgênicos
O portal do Ministério da Saúde informou em 7 de julho que a fábrica inaugurada na Bahia, com 720 m², será capaz de fabricar em grande escala o macho Aedes aegypti geneticamente modificado; cerca de 4 milhões de machos por semana.
“A produção dos mosquitos transgênicos será supervisionada pelo Ministério da Saúde. A intenção do governo federal é utilizar tecnologia inovadora criada nacionalmente como opção de controle da dengue em todo o Brasil”, informa o ministério.
“O projeto promete ser uma alternativa efetiva de controle da principal epidemia urbana do país”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou da inauguração da unidade ao lado do governador de Bahia, Jacques Wagner, e outras autoridades públicas. “Nossa expectativa é ter este tipo de tecnologia para controlar a dengue”, completou.
O portal do Governo informa que os mosquitos serão liberados no meio ambiente numa quantidade duas vezes maior que os mosquitos não estéreis normais, para atrair as fêmeas para o acasalamento. Segundo o informe, as autoridades asseguram que “sua prole não será capaz de atingir a fase adulta, o que deve reduzir a população de Aedes a tal nível que controle a transmissão da dengue”.
Inicialmente, os insetos serão testados na população do município de Jacobina, na Bahia, com 79.000 habitantes, que apresentou 1.647 casos de dengue e duas mortes pela enfermidade só no primeiro semestre de 2012. “A ação é inédita mundialmente: é a maior liberação de insetos transgênicos de controle urbano do mosquito da dengue. O governo de estado da Bahia está investindo 1,7 milhões (de reais) no projeto”, informa o Governo.
Mosquitos já haviam sido liberados
Segundo o portal do Ministério da Saúde, os mosquitos geneticamente modificados já haviam sido liberados em 2011 e 2012 em dois bairros de Juazeiro: Mandacaru e Itabedaba, ambos de apenas 3 mil habitantes. “Com o emprego desta técnica, houve redução de 90% população do mosquito em seis meses nestes distritos.”
Governo Federal afirma que se desconhece o impacto
“A partir dos resultados, o governo poderá expandir a estratégia para todo o país e, dentro de alguns anos, incorporá-la ao Sistema Único de Saúde (SUS) como um dos mecanismos de combate à doença”, destaca o informe do Governo.
“Os estudos para mensurar o impacto em termos de redução da dengue levam pelo menos 5 anos, de acordo com o National Institute of Health (órgão equivalente ao Ministério da Saúde americano)”, acrescenta o portal da Saúde.
Os estudos do projeto, conhecido como PAT (Proyecto Aedes Transgênico), são desenvolvidos pelo laboratório da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a companhia britânica Oxitec.
Alertas de cientistas
Segundo cientistas, “as preocupações mais urgentes se relacionam com a liberação de mosquitos que podem potencialmente picar os seres humanos. Eles alertam que não sabem nada sobre o que essas picadas podem causar ao homem. Não há estudos a respeito”, de acordo com o Diário da Saúde.
A outra preocupação descrita é que os informes indicam que os mosquitos são semi-estéreis e não estéreis como assegura o Governo, e não há informação sobre o que “os filhos dos machos estéreis produzirão ao morder o ser humano”, acrescentam os cientistas.
Se os alertas estiverem corretos, os mosquitos descendentes dos transgênicos que se multiplicarão entre os mosquitos normais também desconhecem fronteiras políticas, o que coloca não só o Brasil mas todo o continente sob risco potencial.

Fonte:https://www.epochtimes.com.br/cientistas-alertam-sobre-riscos-irreversiveis-nos-mosquitos-transgenicos-2/#.VrVVpfkrKUl



MosquitoTransgênico - Zika e Microcefalia - Qual a Relação?






Publicado em 4 de dez de 2015


Em 2011, mosquitos Aedes aegypti, geneticamente modificados foram soltos em algumas cidades brasileiras. Era o começo do Projeto Aedes Transgênico aqui no Brasil. A promessa era de que os mosquitos transgênicos machos copulariam com as fêmeas selvagens e as crias morreriam ainda no estágio larval, sem chegar a idade adulta. Seria maravilhoso se fosse tudo assim, mas não foi bem isso que aconteceu.

É muito provável que ovos do aedes aegypti, geneticamente modificados, tenham sido expostos à tetraciclina, antibiótico que mantém as larvas até a idade adulta, ganhado o mundo já como um novo mosquito, de carga genética diferente do aedes aegypt original. O resultado disso você já sabe: em vez de neutralizar a potencialidade nociva do mosquito transmissor da dengue, essa mutação genética no inseto, trouxe novas doenças para os brasileiros: A Zika e a febre chikungunya. O Zika vírus, entretanto, com consequências devastadoras para as grávidas: a microcefalia em bebes de mães diagnosticadas com a doença, durante a gestação. Os casos não param de aumentar. Deus ajude nossas grávidas!