HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA DE GOIANIA-GOIÁS-BRASIL(HMA)


HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA (HMA)

 
O HMA
30/08/2010
A trajetória do HMA iniciou em agosto de 1986,  com o intuito de promover a saúde integral da comunidade. Foi criado por meio de um convênio entre a  Organização de Saúde do Estado de Goiás (OSEGO), o Instituto Nacional de Assistência  Médica  e Previdência Social  (INAMPS) e o Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia Maharishi (IBCTM).
A primeira ação realizada pela Instituição recém criada em Goiânia, foi o  I  Curso de Fitoterapia  Ayurvédica(método terapêutico milenar de origem indiana),  inédito no Brasil até então. O corpo docente contou com a participação de médicos indianos formados em Ayurveda e profissionais brasileiros das áreas de medicina, farmácia e botânica.
Este curso ensejou a capacitação teórico-prática de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e agrônomos do quadro da Secretaria de Estado da Saúde, os quais iniciaram a implantação da fitoterapia ayurvédica na rede pública estadual.
Em  fevereiro  de 1987, no Centro Social Urbano do Jardim América, foi implantado um serviço de atendimento ambulatorial, bem como um pequeno laboratório farmacêutico, ambos funcionando como estágio para  a formação prática dos médicos e farmacêuticos.
 Em abril de 1988, o Ambulatório de Ayurvédica foi transferido para uma pequena  ala do Antigo Hospital JK, que , à época, estava em processo de desativação, localizado na Br-153, Km-8, Bairro Santo Antônio -  Goiânia.
Em 23/09/88, através do decreto nº 3045  alterando o decreto nº 2740 de 11/06/87, o ambulatório  de Terapia Ayurvédica tornou-se  um  Hospital  Especializado, pertencente à rede de unidades da Secretaria de Saúde do Estado  de Goiás, sob a designação de Hospital de Terapia Ayurvédica, conforme Diário Oficial do Estado de Goiás nº 15576. Após  esta data o Hospital  recebeu o atual nome de Hospital de Medicina Alternativa.
 Outros cursos foram realizados posteriormente, com a participação dos vaydias (médicos indianos especializados em Ayurveda), possibilitando a capacitação de outros profissionais da área da saúde como biólogos, nutricionistas, psicólogos etc.
 No primeiro momento o atendimento médico restringiu-se à prescrição de fitoterapia,  evoluindo posteriormente para a homeopatia, com a implantação da Farmácia Homeopática.  Nos anos que se seguiram o atendimento foi ampliado para os serviços de acupuntura, enfermagem, nutrição, quiropraxia, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, serviço social e de ensino e pesquisa.
Em 2003 foi criada a CEFITO – Comissão Estadual de Fitoterapia, com a participação de várias instituições ligadas direta ou indiretamente ao desenvolvimento do uso das plantas medicinais e fitoterápicos no Estado. Essa comissão é responsável por discutir as normas e diretrizes do Ministério da Saúde para a implantação dos serviços de fitoterapia na rede pública de saúde do Estado além de estimular, avaliar e priorizar projetos de estudo, pesquisa e produção de plantas medicinais.          
 Na área do HMA está incluído um horto de plantas medicinais, onde são cultivadas a maioria das plantas utilizadas no serviço. Existe também um galpão para recepção, seleção, beneficiamento e armazenamento das plantas medicinais, uma  farmácia de manipulação homeopática e uma farmácia de manipulação de fitoterápicos. Em média são atendidos  200 pacientes por dia, nas áreas de Fitoterapia, Homeopatia e Acupuntura além das palestras e grupos de pacientes em andamento.

Missão - "Contribuir para o bem estar físico e mental da população do Estado de Goiás, utilizando-se das diversas formas de terapias alternativas, através da validação, cultivo, manipulação de plantas medicinais e distribuição dos medicamentos processados à mesma, bem como estabelecer parcerias com entidades afins que possibilitem a realização de pesquisas científicas e capacitação de profissionais da área".
 Visão -  "Através do trabalho de equipe multiprofissional e do aprimoramento contínuo, tornar o HMA referência nacional e internacional em medicina alternativa".
História das práticas complementares e integrativas de saúde no SUS, no Brasil:
 No Brasil, a legitimação e a institucionalização dessas abordagens de atenção à saúde iniciou-se a partir da década de 80, principalmente após a criação do SUS. Com a  descentralização e a participação popular, os estados e os municípios ganharam maior autonomia na definição de suas políticas e ações em saúde, vindo a implantar algumas experiências pioneiras. Vários eventos e documentos merecem destaque na regulamentação e tentativas de construção dessa política. 
 O  tratamento a base de plantas medicinais com a finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnósticos,  passou a ser oficialmente reconhecida pela OMS em 1978. Recomendou-se, então, a difusão em  nível mundial dos conhecimentos necessários para  seu uso.
 A partir da década de 80, diversos documentos foram elaborados enfatizando a introdução de plantas medicinais e fitoterápicos na atenção básica no sistema público.
Um levantamento realizado junto a estados e municípios em 2004, mostrou a estruturação de algumas dessas práticas contempladas na política em 26 Estados, num total de 19 capitais e 232 municípios.
 No âmbito federal, cabe assinalar ainda, que o Ministério da Saúde realizou, em 2001, o Fórum para formulação de uma proposta de Política Nacional de Plantas Medicinais e Medicamentos Fitoterápicos, do qual participaram diferentes segmentos tendo em conta, em especial, a intersetorialidade envolvida na cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos.
 Em 2003, o Ministério promoveu o Seminário Nacional de Plantas Medicinais, Fitoterápicos e Assistência Farmacêutica. Ambas as iniciativas apontaram contribuições importantes para a formulação dessa Política Nacional, como concretização de uma etapa para elaboração da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.
Em 3 de maio de 2006, o MS instituiu através da Portaria 971, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares prevendo a inclusão no sistema de saúde da fitoterapia, homeopatia, acupuntura e Termalismo Social (águas minerais). Os municípios ganharam autonomia para a denifição das políticas públicas a serem implementadas com médicos especializados.



A História do Hospital de Medicina Alternativa (HMA) em Goiânia




Enviado em 30/10/2010

Nos anos 1980 Maharishi integrou no seu movimento outros aspectos da ciência védica como as práticas tradicionais do ayurveda (sistema milenar de medicina natural e homeopática) e do jyotish (astrologia védica).

Fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Maharish...

A trajetória do HMA iniciou em agosto de 1986, com o intuito de promover a saúde integral da comunidade. Foi criado por meio de um convênio entre a Organização de Saúde do Estado de Goiás (OSEGO), o Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS) e o Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia Maharishi (IBCTM).

A primeira ação realizada pela Instituição recém criada em Goiânia, foi o I Curso de Fitoterapia Ayurvédica(método terapêutico milenar de origem indiana), inédito no Brasil até então. O corpo docente contou com a participação de médicos indianos formados em Ayurveda e profissionais brasileiros das áreas de medicina, farmácia e botânica.

Este curso ensejou a capacitação teórico-prática de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e agrônomos do quadro da Secretaria de Estado da Saúde, os quais iniciaram a implantação da fitoterapia ayurvédica na rede pública estadual.

Em fevereiro de 1987, no Centro Social Urbano do Jardim América, foi implantado um serviço de atendimento ambulatorial, bem como um pequeno laboratório farmacêutico, ambos funcionando como estágio para a formação prática dos médicos e farmacêuticos.

Em abril de 1988, o Ambulatório de Ayurvédica foi transferido para uma pequena ala do Antigo Hospital JK, que , à época, estava em processo de desativação, localizado na Br-153, Km-8, Bairro Santo Antônio - Goiânia.

Em 23/09/88, através do decreto nº 3045 alterando o decreto nº 2740 de 11/06/87, o ambulatório de Terapia Ayurvédica tornou-se um Hospital especializado, pertencente à rede de unidades da Secretaria de Saúde do Estado de Goiás, sob a designação de Hospital de Terapia Ayurvédica, conforme Diário Oficial do Estado de Goiás nº 15576. Após esta data o Hospital recebeu o atual nome de Hospital de Medicina Alternativa.

Fonte : http://www.hma.goias.gov.br/index.php





Atividades
30/08/2010
O atendimento que o HMA oferece aos pacientes que buscam um tratamento de saúde por meio de terapias alternativas àquelas convencionais, tem como objetivo buscar a harmonização e o equilíbrio do indivíduo, atendendo o paciente de forma holística, investigando todas as possibilidades para a estabilização total do organismo, com o intento de promover e manter os cuidados dirigidos à saúde.
Com este propósito, são oferecidas consultas médicas,  terapias em grupos, palestras e atendimentos com outros profissionais da área de saúde como: psicólogo, nutricionista, enfermeiros, fonoaudiólogo, fisioterapeutas e  serviço social.      

          
Área de Atuação


Ensino e Pesquisa
30/08/2010


Seção de Ensino e Pesquisa - SEP
No organograma do HMA, a SEP está  diretamente ligada à Diretoria Geral, por ser uma área estratégica para todos os demais setores da unidade.
A Seção de Ensino e Pesquisa do HMA foi criada no Hospital de Medicina Alternativa no ano de 1999, com o objetivo de incentivar e promover estudos, pesquisas e ensino nas áreas de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Público de Saúde em Goiás.
Desde então, a Seção vem realizando diversas ações, promovendo eventos, apoiando e acompanhando pesquisas realizadas na Unidade. Quanto aos cursos estabeleceu um Programa de Educação Permanente para colaboradores da unidade e do SUS de forma geral.
 
Atividades Desenvolvidas:
Esta Seção participa de todas as atividades realizadas no HMA como: Semana da Mulher, Implantação da ISO9000, CIPA e na busca da melhoria do acervo bibliográfico.
A Seção de Ensino e Pesquisa  conta com uma equipe técnica  experiente e bem capacitada e que vem realizando importantes atividades internas e externas em parceria com os demais colaboradores do HMA, tais como:             
1- I Curso de Introdução ao Ayurveda, no ano de 2000, para reciclagem dos médicos, farmacêuticos, agrônomos, enfermeiros, nutricionistas e assistentes sociais do HMA, com a participação de colaboradores da OVG e da UFG.
2-  Curso de Medicina Ayurvédica e Filosofia Védica, com o médico indiano Dr. Gullapalli V. R. Chowdhury, aberto à comunidade científica de Goiás.
3- Implantação em 2000, mantendo até os dias atuais, atividade científica quinzenal, dentro do Programa de Educação Permanente, denominada Sexta Científica, com a participação dos profissionais de saúde do HMA e convidados.
4- Cursos de Qualidade no Atendimento, para os colaboradores da nossa unidade, visando sempre melhorar os serviços oferecidos à comunidade.
5- Representar o HMA em vários eventos estaduais e nacionais, incluindo uma apresentação internacional no Centro Sul-Americano no Peru, no ano de 2001, sempre com o intuito de divulgar e buscar apoio para as iniciativas em práticas integrativas e complementares na saúde pública.
6- Estabelecer convênios e parcerias com outras instituições públicas, privadas, autarquias e filantrópicas, visando o desenvolvimento de pesquisas científicas na área de Práticas Integrativas e Complementares no SUS.
7-Capacitar estagiários, voluntários , prestadores de serviço e alunos de cursos do HMA sobre a introdução ao conhecimento da filosofia desta Unidade.

Farmácia

30/08/2010











Divisão de Farmácia
A Divisão de Farmácia (DIFAR) do Hospital de Medicina Alternativa (HMA) conta com uma equipe de  sete profissionais farmacêuticos, com especialização em fitoterapia e homeopatia, que participam diretamente de  todo o processo de  preparo da matéria-prima até a entrega do medicamento ao paciente.
São utilizadas cerca de 60 espécies de plantas medicinais na preparação dos medicamentos fitoterápicos. Dependendo do medicamento a ser preparado, pode-se utilizar a planta inteira ou somente uma parte dela, seja a raiz, a casca, a resina, a folha, a flor ou o fruto.
Atividades:
• Produção de matéria-prima fitoterápica;
• Laboratório de Fitoterapia;
• Laboratório de Homeopatia;
• Laboratório de Preparações Especiais;
• Setor de Dispensação de Medicamentos e Orientação Farmacêutica.
 PRODUÇÃO  DE  MATÉRIA–PRIMA  FITOTERÁPICA:
O processo se inicia com o plantio e cultivo das plantas medicinais e a preparação dessas plantas frescas colhidas do Horto de Plantas Medicinais da Unidade.

As plantas são selecionadas, cortadas em pequenos pedaços e  higienizadas. Em seguida passam pelo processo de secagem em estufas, e posteriormente, a moagem. A matéria prima é embalada adequadamente, identificada e segue para o  acondicionamento, realizado no almoxarifado de plantas secas.


 LABORATÓRIO DE FITOTERAPIA:
É uma farmácia de fitoterapia que manipula fórmulas individualizadas, atendendo à prescrição médica. Os medicamentos podem ser  produzidos nas seguintes formas: pós, destilados, óleos medicados, xaropes, alkali e outros. Eventualmente são preparadas outras formulações ayurvédicas, como por exemplo: aristas, geleias, ghee medicado e  outras, conforme prescrição.
Principais formas de preparo do medicamento:
Infusão quente:
-  Folhas, Flores e Cascas Finas.
-  Ferver a água e verter sobre a planta medicinal, previamente higienizada e colocada dentro de uma  vasilha. Tampar e deixar em   repouso por 5 a 10 minutos, coar. 
Decocção:
-  Casca, ramos, frutos, sementes e raiz.
-  Colocar a planta medicinal em água fria, tampar e ferver por 5 a 10 minutos em fogo brando. Deixar em  repouso por 20 minutos, coar. 
Pó:
-  Folhas, flores, frutos, sementes, raízes e cascas.
-  Secar a planta medicinal, triturar até reduzir a um pó fino. 
Xarope:
- Ferver duas (02) partes de água e três (03) partes de açúcar ou rapadura, até dissolver. Juntar uma  medida de suco da planta medicinal e ferver até dar o ponto de xarope. 
Maceração ou infusão fria::
-  Amassar a planta medicinal e colocar em água natural filtrada, deixar em repouso de 12 a  24 horas, coar. 
Inalação:
-  Preparar a infusão quente da planta medicinal e fazer a inalação utilizando um funil de papel ou cobrir a cabeça com uma toalha, deixando-a caída sobre a vasilha. 
Óleo medicado:
-  Misturar o suco fresco ou decocção das plantas medicinais com óleos vegetais (Coco, Gergelim, Rícino), aquecer em fogo brando até evaporar toda a água. Coar.
Compressa:
-  Mergulhar um pano ou algodão no suco ou infusão da planta e aplicar, quente ou frio, sobre o local afetado.

Cataplasma:
-  Acrescentar farinha de mandioca à decocção da planta medicinal enquanto quente, fazendo uma papa. Colocar sobre um pano, o suficiente para cobrir a área afetada. 
Unguento:
-  Preparar o óleo medicado, adicionar cera de abelha (formando uma pasta) misturar até que esfrie e fique cremoso. 
 LABORATÓRIO DE HOMEOPATIA:

O Laboratório de Homeopatia manipula fórmulas individualizadas, atendendo à prescrição médica.
No HMA a maioria dos médicos homeopatas é unicista, prescrevem apenas  um medicamento em dose única, de acordo com a anamnese do paciente. Outros,  são complexistas, prescrevem  mais de um medicamento em uma mesma fórmula.
O método utilizado pelo HMA é o Hahnemanniano, utilizando-se as escalas Centesimais e Decimais. Os medicamentos homeopáticos são dispensados aos pacientes em fórmulas líquidas ou sólidas,dose única (líquida, papel ou glóbulos), em gotas e glóbulos.
Orientações aos usuários de medicamentos homeopáticos:
1. O frasco do medicamento não poderá ficar próximo de produtos que tenham cheiro forte, tais como: sabonetes, perfumes, vick, loções, esmaltes, acetona, cânfora, etc...;
2. O frasco do medicamento não poderá ficar próximo a aparelhos elétricos ou campo eletro-magnético, tais como: geladeira, freezer, televisão, computador, imã, ar condicionado, aparelhos de som, rádios, gravadores, etc.;
3. O medicamento homeopático não deverá ser exposto a temperaturas elevadas. Ex.: não deixá-lo dentro de veículos expostos ao sol, ou próximo a fornos ou fogão;
4. Usar o medicamento homeopático 15 minutos antes ou após escovar os dentes;
5. Em caso de medicamento líquido, agitar antes de cada tomada;
6. Seu medicamento homeopático é único e individual; portanto outra pessoa que aparentemente sofra da mesma enfermidade não poderá usá-lo;
7. Quanto à utilização:
Glóbulos: Devem ser contados na tampa do frasco e colocados diretamente na boca. Evitar tocar nos glóbulos com as mãos.
Líquidos: Pingar as gotas debaixo da língua, ou diluir em pequena quantidade de água ou conforme orientação médica. Não encostar a cânula do contra-gotas na boca.
Papel: Colocar o conteúdo debaixo da língua ou dissolvê-lo em pequena quantidade de água.
Dose Única: Tomar todo o conteúdo conforme orientação médica. Abrir o frasco somente na hora de usar.


LABORATÓRIO DE PREPARAÇÕES ESPECIAIS
São preparadas  formulações especiais, conforme prescrição médica, como: destilados, óleos medicados, xaropes, alkali e outros.
SETOR DE DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS E ORIENTAÇÃO FARMACÊUTICA
Inicialmente faz-se o recebimento da receita prescrita, a qual, após a conferência inicial realizada pelo profissional farmacêutico, é encaminhada para a manipulação fitoterápica e/ou homeopática.
Posteriormente, ao preparo  é realizada a entrega do medicamento ao paciente, onde é feita a orientação farmacêutica, quanto ao modo de usar, validade, conservação e outras orientações específicas ou que se fizerem necessárias.
N.B.:  A manipulação do medicamento fitoterápico está suspensa até o término da adequação do laboratório de fitoterapia e de preparações especiais. Esta adequação irá atender a RDC 67/2007 da ANVISA.

Horto Medicinal
30/08/2010

Cultivo e Coleta de Plantas Medicinais

O HMA cultiva, em seu horto de plantas medicinais, cerca de 60 espécies de plantas medicinais. Aproximadamente 20 espécies de plantas prescritas pelos médicos são adquiridas por meio de processo de compra, e, em torno de 30 espécies são coletadas em caráter de extrativismo ordenado e preservacionista, em áreas previamente contatadas e inspecionadas pelo profissional engenheiro agrônomo responsável.


NOME VULGAR
NOME CIENTIFICO
Açafrão
Curcuma longa L.
Acariçoba
Hydrocotyle umbellata L.
Agrião do brejo
Eclipta alba Hassk.
Alecrim
Rosmarinus officinalis L.
Alfavaca
Ocimum gratissimum L.
Alho
Allium sativum L.
Algodão
Gossypium hirsutum L.
Assapeixe branco
Vernonia ferruginea L.
Babosa
Aloe vera L.
Banana
Musa acuminata L.
Boldo de Goiás
Vernonia condensata Baker
Canela
Cinnamomum zeylanicum Ness.
Capim limão
Cymbopogon citratus Staff
Carqueja
Baccharis trimera DC.
Cavalinha
Equisetum arvense L.
Cheiro de cavalo
Withania somnifera Dunal.
Colônia
Alpinia zerumbet (Pers.) B.L.
Coração de negro
Albizzia lebbeck Benth
Dente de leão
Taraxacum officinale Weber.
Embauba
Cecropia peltata L.
Erva cidreira
Lippia alba (Mill) N E Brown.
Erva de andorinha
Euphorbia pilulifera L.
Erva baleeira
Cordia verbenaceae DC.
Erva de santa maria
Chenopodium ambrosioides L.
Erva moura
Solanum nigrum L.
Espinheira santa
Maytenus ilicifolia Mart.
Folha santa
Bryophyllum calcinum
Gengibre
Zingiber officinale Roscoe.
Guaco
Mikania glomerata Sprengel.
Guduchi
Tinospora cordifolia (Will) Miers.
Hibisco
Hibiscus rosa-sinensis L.
Hortelã
Mentha x vilosa
Insulina
Cissus sycioides L.
Jambo
Eugenia jambosa L.
Jambolão
Eugenia jambolana Lam.
Jasmim Azul
Plumbago capensis
Juá
Solanum spp
Jurubeba
Solanum paniculatum L.
Karanja
Pongamia glabra
Losna
Artemisia absinthium L.
Malva branca
Sida cordifolia l.
Mamona
Ricinus comunis L.
Mandioca
Manhiot sculentum L.
Manga
Mangifera indica L.
Maracujá
Passiflora alata Dryand.
Melão de São Caetano
Momordica charantia L.
Melissa
Melissa officinalis L.
Mentrasto
Agerantum conyzoides L.
Nim
Azadirachta indica Juss.
Paineira
Bombax malabaricum
Pata de Vaca
Bauhinia variegata L.
Pata de Vaca
Bauhinia forficata L.
Pega Pinto
Alternanthera ficoidea (L) R.Br.
Pimenta do Reino
Piper nigrum L.
Quebra Pedra
Phyllanthus corcovadensis L.
Romã
Punica granatum L.
Rosa
Rosa spp
Santa Barbara
Melia azedarach L.
Sensitiva
Mimosa pudica L.
Tanchagem
Plantago major L.
Tiririca
Cyperus rotundus L.
Tora
Cássia tora L.
Urucum
Bixa orellana L.
Verdadeira
Cassia fistula L.
Vetiver
Vetiveria zizanoides Staff.


CPA
30/08/2010

CENTRAL DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS ALTERNATIVOS - CPA

Projetada e idealizada há vários anos pelo Hospital de Medicina Alternativa, inicialmente com a denominação de Casa da Farinha, com o objetivo de produzir complementos alimentares alternativos, entre eles a Multimistura.
Através de convênio, firmado com a Organização das Voluntárias de Goiás – OVG e o hospital de Medicina Alternativa, foi possível a aquisição dos equipamentos necessários para viabilização da produção.

Atualmente com o nome de Central de Produção de Alimentos Alternativos – CPA, está disponibilizando mediante avaliação profissional a multimistura, complemento  alimentar de grande valor nutricional.
Multimistura
Trata-se de composto alimentar alternativo de baixo custo, balanceado em termos de proteínas, lipídios, carboidratos, vitaminas, minerais e fibras, proporcionando o aproveitamento de seus nutrientes pelo organismo.
Pode ser preparada com produtos naturais como: farelo de arroz, farelo de trigo, germe de trigo, semente de gergelim, semente de girassol, cálcio de ostras, pó da casca de ovo, pó de folhas verdes escuras (mandioca, cará, batata doce, etc).

A composição da multimistura  pode variar de acordo com as necessidades individuais e com as disponibilidades e os costumes alimentares de cada região.
Acreditando que a multimistura, pode contribuir na prevenção e tratamento de algumas patologias como: anemias, desnutrição, obesidade, obstipação, diabetes, dores musculares e articulares, o HMA se propõe  não apenas a fabricá-la e distribuí-la gratuitamente ao paciente, mas também avaliar sua eficácia terapêutica através de acompanhamentos realizados por  equipes de multiprofissionais.

AAHMA
30/08/2010

A Associação de Amigos do Hospital de Medicina Alternativa (AAHMA) é uma organização social criada para auxiliar o funcionamento do hospital e contribuir para o melhor desempenho das atividades. A Associação foi criada no dia 14 de fevereiro de 2001. É formada por funcionários do hospital e representantes da comunidade interessados em viabilizar soluções para as questões cotidianas do HMA.
A Associação de Amigos do Hospital de Medicina Alternativa está em processo de reconhecimento junto ao município de Goiânia como entidade de utilidade pública. Como ainda não possui sede própria, a AAHMA está instalada nas dependências do Hospital de Medicina Alternativa.

Objetivos

A missão da Associação é promover atividades e estimular a criatividade dos parceiros no desenvolvimento do hospital e no atendimento do cliente.


Dentre os principais objetivos, destacamos:
• Buscar recursos financeiros na comunidade nacional e internacional;
• Promover eventos culturais, artísticos, desportivos e sociais;
• Apresentar projetos que apresentem soluções para os pontos críticos do HMA;
• Criar e implantar jornal ou revista de circulação interna e externa para divulgar as atividades desenvolvidas pela Associação e pelo HMA;
• Criar e auxiliar o trabalho voluntário;
• Auxiliar e colaborar no trabalho científico e de pesquisa desenvolvida no HMA. 
Associe-se 
         Seja também um dos Amigos do Hospital de Medicina Alternativa. Associe-se e participe, somando forças em prol da Medicina Alternativa. Entre em contato conosco.
Doações 
         Se você deseja ser um Amigo contribuindo, a AAHMA está recebendo doações de parceiros. Deposite qualquer quantia na conta 03077635-6, Agência 1575 da Caixa Econômica Federal. O Hospital de Medicina Alternativa agradece!

Cefito
30/08/2010

A Comissão Estadual de Fitoterapia-CEFITO foi criada pela Lei nº 14.413, de 10 de Abril de 2003. É um órgão colegiado, de caráter multidisciplinar e inter institucional, integrante da estrutura organizacional da Secretaria de Saúde, com composição, organização, competência e funcionamento definido no regulamento da lei.
À CEFITO compete:
I – elaborar normas e diretrizes para a implantação de Fitoterapia nos serviços de saúde disponíveis em órgãos e instituições interessados;
II – selecionar e definir o elenco de plantas e a sua utilização por órgãos e instituições que atuam na área;
III – funcionar como órgão permanente de intercâmbio para a troca de experiências e informações entre seus membros, instituições, grupos comunitários e profissionais envolvidos com a Fitoterapia;
IV – estimular, avaliar e priorizar projetos de estudo, pesquisa e produção de plantas medicinais e seus derivados sob todos os aspectos a elas concernentes;
V – manter um banco de dados com informações atualizadas sobre plantas medicinais;
VI – assessorar tecnicamente as instituições que solicitarem apoio para a implantação e o desenvolvimento da Fitoterapia em todas as suas áreas;
VII – monitorar a produção vegetal, o extrativismo das espécies nativas de valor medicinal e a comercialização de plantas medicinais, de comum acordo com os órgãos competentes;
VIII – elaborar documentos ou publicações técnicas de interesse da Fitoterapia.


As Resoluções da CEFITO têm caráter regulamentar, devendo ser publicadas no Diário Oficial do Estado e cumpridas pelos órgãos e instituições que atuem na área de Fitoterapia e atividades afins.

A CEFITO conta com:
I – um Coordenador;
II – um Secretário;
III – uma Comissão Técnico-Científica;
IV – uma Comissão Técnico-Operacional.
V – membros

A representação da CEFITO cabe ao Coordenador, escolhido pelo Secretário da Saúde, entre os indicados em lista tríplice e as Comissões previstas nos incisos III e IV deste artigo contarão com cinco membros titulares e respectivos suplentes.
A CEFITO reúne-se ordinariamente uma vez por ano ou extraordinariamente sempre que convocada pela Coordenadoria ou pela maioria simples de seus membros.
A Coordenadoria da CEFITO reúne-se ordinariamente a cada dois meses ou extraordinariamente sempre que convocada pelo Coordenador ou pela maioria simples de seus membros.
A participação na CEFITO não será remunerada, cabendo aos órgãos e instituições nela representados prestar ao seu representante todo o apoio necessário à realização de sua tarefa.
A 1ª Assembléia da CEFITO foi realizada dia 10/09/2003 com a participação de várias entidades:
1.      IBAMA-GO
2.      HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA
3.      CRF-GO (Conselho Regional de Farmácia)
4.      AGÊNCIA RURAL
5.      SECTEC
6.      FACULDADE DE FARMÁCIA – UFG
7.      HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA
8.      HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA
9.      CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA
10.  SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SMS
11.   FACULDADE DE JUSSARA
12.   SEMARH
13.  DEPTO. DE VIGILÂNCIA MUNICIPAL

Durante essa assembléia foi eleita a lista tríplice que, encaminhada ao Senhor Secretário de Saúde, escolheu-se o Coordenador e o Secretário e posteriormente foram eleitas as comissões Técnico-Científica e  Técnico-Operacional, com representantes de várias entidades.

A CEFITO é composta por representantes dos seguintes órgãos e instituições:
I–Secretaria  da Saúde do Estado da Saúde;
II – Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
III – Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos;
IV– Secretaria  de Estado de Ciência e Tecnologia;
V – Agência Goiana de Desenvolvimento Rural e Fundiário;
VI– Hospital de Medicina Alternativa – HMA;
VII – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis –IBAMA;
VIII– Instituições de Ensino Superior;
IX-Prefeituras Municipais;
X– Fundações de Apoio a Pesquisa e Extensão;
XI– outras instituições afins, como ONGs, Movimentos e Associações Comunitárias e Associações profissionais;
XII – Comissão de Saúde e Promoção Social da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás.

Cada membro da CEFITO tem um suplente que o substituirá em caso de falta ou impedimento. Os representantes e respectivos suplentes foram indicados pelas instituições participantes, dentre profissionais de reconhecida competência e experiência na área, na forma que dispuser o regulamento.
 

O mandato dos representantes da CEFITO é de dois anos ou enquanto durar o seu vínculo com a instituição que representa, permitida a recondução após nova indicação.
 
Perderá o mandato o titular que deixar de comparecer a duas reuniões ordinárias consecutivas ou quatro alternadas, bem como o seu suplente que o não tiver representado sem apresentar justificativa por escrito.

Atividades desenvolvidas:
- Discussão das estratégias para o início dos trabalhos das comissões;
- Regulamento técnico para o funcionamento dos serviços de fitoterapia;
- Ervanarias;
- Serviços de fitoterapia I e II;
- Reunião das comissões Técnico-científica e Operacional, principalmente para redigir o Regulamento Técnico das Ervanárias;
- Reunião da comissão Técnico-científica para elaboração do documento Regulamento Técnico para os Serviços de Fitoterapia e II, baseado em Regulamentos Técnicos de outros Estados nesta área.
- Conclusão do Documento Técnico para o funcionamento das Ervanárias;
- Conclusão do Regulamento Técnico para o funcionamento dos serviços de Fitoterapia I e II, onde uma comissão composta pelo HMA;
-Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia e Faculdade de Farmácia da UFG estão elaborando um documento em relação ao Controle de Qualidade dos Fitoterápicos, para conter os testes mínimos a serem exigidos pela VISA Estadual e Municipal(Vigilância Sanitária Estadual e Municipal), o qual será submetido à apreciação da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.


Links
30/08/2010
Parcerias
30/08/2010
Para colaborar entre em contato com a diretoria Geral:

pelo telefone - (62) 3201.3612, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas
pelo email –
 hma.dirgeral@saude.go.gov.br
ou no endereço – BR 153 Km 8, bairro Santo Antônio. CEP: 74911-700. Goiânia-GO.

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30/08/2010
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