INTESTINO "O SEGUNDO CÉREBRO"-O CÉREBRO DESCONHECIDO



Os intestinos (delgado e grosso) têm relação direta com o nosso humor, disposição, vitalidade e alegria. Por incrível que pareça os intestinos estão sendo considerados nosso segundo cérebro por médicos e especialistas, devido às últimas pesquisas demonstrarem que grande parte de nossas defesas imunológicas, alguns hormônios e neurotransmissores serem fabricados neste órgão. Sendo assim afeta nossas emoções e funciona como um órgão inteligente.



Hoje se sabe que 80% do nosso potencial imunológico concentra-se na mucosa intestinal, demonstrando que nossas defesas e vitalidade estão relacionadas ao bom funcionamento intestinal. Outra descoberta é que cerca de 90% da serotonina (neurotransmissor responsável pela alegria) é produzida pelo intestino, mostrando a estreita relação deste órgão com a depressão, pois a serotonina está baixa em pessoas com depressão.


O cérebro, a pele e o sistema digestivo vêm da mesma origem embrionária, explicando a profunda relação deles com a estética, o humor, a nossa vitalidade e disposição.






Essa idéia surgiu quando se descobriu que o intestino representava muito mais do que um órgão responsável pela digestão, absorção e excreção dos produtos da alimentação. O que discutiremos agora são as outras funções que o intestino tem e as conseqüências que um intestino não-saudável pode acarretar.


Cerca de 80% do nosso sistema imunológico reside no intestino. Isso decorre do fato dele representar a maior área de contato do nosso corpo com o ambiente externo, e, assim, necessita de uma maior proteção contra as possíveis ameaças externas. São por volta 7 metros de comprimento, mas sua área absortiva chega ao equivalente a uma quadra de tênis devido às vilosidades e microvilosidades intestinais (pregas na mucosa intestinal).


Existe uma vasta rede de neurônios no intestino, denominado sistema nervoso entérico, onde ocorre a produção de vários hormônios e neurotrasmissores com atuação local no trato gastrintestinal e também interação com o sistema nervoso central (SNC - cérebro e medula espinhal).


Um bom exemplo é o caso da serotonina, conhecida como o hormônio do bem-estar, da alegria, formada a partir do aminoácido triptofano obtido através da alimentação. Parte dela é produzida na glândula pineal no SNC, mas a maior parte da sua produção (90%) ocorre no intestino. Ela é produzida quando o bolo alimentar entra em contato com o intestino, isso porque é ela a responsável por estimular as contrações no intestino que são responsáveis pela motilidade do bolo alimentar ao longo desse órgão.


Entretanto, a serotonina produzida no intestino tem também ações a nível cerebral. Isso pode ser verificado, por exemplo, em pessoas que tem constipação intestinal crônica (prisão de ventre), as quais, por esse motivo, não têm uma boa produção de serotonina e apresentam maior irritabilidade, propensão a depressão, e, no caso das mulheres, exacerbação dos sintomas da TPM.


A serotonina é a precursora da melatonina, outro hormônio, o qual é o antioxidante mais potente do corpo humano, responsável por reparar os danos causados pelo stress e ação dos radicais livres. A melatonina é produzida durante o sono profundo, e, por isso, não dormir a quantidade necessária de horas ou ter um sono leve não recupera o corpo e acelera o processo de envelhecimento. Porém, para que a melatonina seja produzida é necessário que haja quantidade suficiente dos seus precursores, e para isso, é necessário ingestão suficiente de triptofano para formar a serotonina e bom funcionamento intestinal, para que a serotonina seja produzida adequadamente.


A manutenção da flora intestinal saudável é outro ponto crucial. Para garantir seu equilíbrio, deve-se consumir alimentos que favorecem o crescimento das bactérias desejáveis (principalmente fibras solúveis - aveia, cenoura, polpa da maçã, etc), consumir alimentos com as próprias bactérias “boas” como kefir, tofú, iogurtes, e evitar os que favorecem o desenvolvimento da bactérias patogênicas (excesso de doces, açúcar, farinhas refinadas). Outras atitudes que podem auxiliar o bom funcionamento intestinal são: ingestão hídrica adequada, necessária para hidratação das fibras e aumento do volume do bolo fecal, controle da ingestão de gorduras saturadas e trans.


Trato gastrintestinal humano tem sistema nervoso próprio e pode funcionar como órgão independente


O que os grandes códigos de Medicina já apregoam há séculos tem sido comprovado pelos cientistas da atualidade e reforça a importância do sistema gastrintestinal ? em especial os intestinos ?


para a saúde humana. O trato gastrintestinal humano tem um sistema nervoso próprio denominado sistema nervoso entérico (SNE),totalmente especializado para as funções intestinais. O SNE, que


começa no esôfago e termina no ânus, possui aproximadamente 100 milhões de neurônios, número próximo à quantidade de neurônios da medula espinhal, e é capaz de controlar o trato gastrintestinal


mesmo se as conexões com o sistema nervoso central (SNC) forem interrompidas.Graças a essa capacidade, o intestino passou a ser considerado um órgão ?inteligente? e tem sido classificado


pelos cientistas como o ?segundo cérebro?.


O intestino, por meio de numerosas glândulas, produz diversos hormônios fundamentais para o bom funcionamento do organismo. Por outro lado, o sistema nervoso entérico produz mais de 20 substâncias que podem atuar como neurotransmissores. Estudos recentes indicam que até 90% da serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar, é produzida no intestino. Todos os aspectos que reforçam essa afirmação foram abordados no livro ?O segundo cérebro?, do professor e pesquisador Michael D. Gershon, da Universidade Colúmbia, nos Estados Unidos, lançado em 2000 no Brasil (Editora Campus). Na publicação, o pesquisador afirma que ?limitar o papel do intestino à digestão seria reduzir consideravelmente a importância desse órgão?.


A Ciência já conseguiu demonstrar, também, que o intestino serve de barreira entre o exterior e o interior do organismo, e que a integridade dessa barreira é essencial para a imunidade e, consequentemente, para a prevenção de inúmeras enfermidades. Especialistas acreditam que doença de Crohn, colite ulcerativa, doença diverticular, acalásia (ausência de contrações musculares no esôfago), diabetes,Parkinson, constipação, diarreia,dispepsia e síndrome do intestino irritável


são algumas doenças que podem estar associadas a alterações neuroquímicas do sistema nervoso entérico.


O bioquímico clínico e precursor da Medicina Ortomolecular no Brasil, Hélion Póvoa, membro da Academia Nacional de Medicina e ex-pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), reforça


a tese em seu livro ?O cérebro desconhecido? (Editora Objetiva-2002). Segundo o professor, se o intestino estiver bem o cérebro estará saudável, e é fundamental que a comunidade médica tenha conhecimento disso para melhor orientar os pacientes. ?Se o intestino não funciona bem a tendência é de aumentar a depressão e a ansiedade, por causa da importante quantidade de serotonina e melatonina produzida pelo órgão?, assegura.


Evolução ? Hélion Póvoa enfatiza que as provas da inteligência do sistema gastrintestinal podem ser demonstradas pela forma sofisticada como os nutrientes são degradados no tubo digestivo. Carboidratos, gorduras e proteínas possuem sistemas próprios de metabolização


e, desde a mastigação, cada grupo interage com enzimas específicas, no momento e em local próprios, para que sejam absorvidos pela mucosa intestinal e enviados à corrente sanguínea. ?A forma sincronizada como os órgãos trabalham para a digestão e a absorção também não deixa dúvidas de que temos um sistema inteligente e independente dentro do abdome?, assegura.






Essa afirmação reforça a hipótese de que o homem, durante o processo de evolução, tenha desenvolvido dois cérebros. O da cabeça, que permitia encontrar meios de sobrevivência e garantir a reprodução da espécie, e o do intestino, responsável pelos processos vitais de digerir e absorver alimentos. Outra relação é que, na fase embrionária, cérebro e intestino provêm da mesma camada germinativa primária ? ectoderma ? que dá origem,ainda, à pele, às unhas e aos órgãos externos dos sentidos. ?O intestino realmente tem um cérebro próprio que possui neurônios sensitivos motores e de associação em todo o trajeto do tubo digestivo?, acrescenta o professor titular do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Marcílio Hubner de Miranda Neto.


O especialista, que coordenou durante anos o Laboratório de Pesquisas em Neurônios Entéricos da instituição, diz que esses neurônios são capazes de perceber o que há de errado no nível do intestino


e se comunicar entre si, o que pode aumentar ou diminuir o movimento peristáltico e provocar uma série de sintomas. A autonomia vem da habilidade intestinal em produzir arcos reflexos, que é a intertransmissão de estímulos entre os neurônios sensitivos, associativos e motores,que tanto permite captar as informações quanto processá-las. ?Em outras palavras, os intestinos também pensam,


decidem e executam tarefas?, resume.


A sociedade moderna conscientizou-se da importância da higiene corporal, da beleza estética do corpo e rosto externamente.


Em contrapartida, a higiene interna ou limpeza intestinal, uma prática usada desde o princípio dos tempos, tem sido negligenciada.


O SEGUNDO CÉREBRO – NOSSO INTESTINO : LIMPEZA INTESTINAL E SAÚDE


A média das pessoas que parecem desfrutar de boa saúde carrega continuamente, desde a infância, vários quilos de matérias fecais jamais eliminadas...


O estado de saúde é sempre influenciado por um cólon doente, só existe uma doença: a auto-intoxicação; o corpo se envenena sozinho. São os detritos espalhados em nosso organismo que o matam. Se não limparmos nosso cólon nunca teremos uma saúde boa, o cólon é o mais importante dos órgãos de eliminação.


Foi constatado que a principal fonte de auto-intoxicação tem sua origem no intestino grosso.


Os venenos produzidos pelas matérias em putrefação que estacionam no intestino agem como agente paralisante das fibras musculares e inibem o trabalho das glândulas da mucosa intestinal.


A maioria das pessoas dos países civilizados comem principalmente alimentos refinados e carentes de fibras alimentares, criando assim problemas para o funcionamento intestinal.


As fibras vegetais agem como uma vassoura e fazem uma faxina no intestino, bem como o consumo de bastante água pura auxiliam na manutenção do bom funcionamento do nosso sistema digestivo.


Continuamos a decifrar os enigmas do nosso sistema digestivo e a complexa forma em que processamos os alimentos. Pouco a pouco desvendamos uma alimentação melhor pelo conhecimento...


A maioria das constipações é provocada por um excesso de amidos e por uma insuficiência de enzimas para digerir a comida absorvida. O corpo humano foi concebido para eliminar sais detritos após cada ingestão. Uma única evacuação diária não é suficiente para limpar o corpo, e o colón em geral está cheio de comida em decomposição.


A insuficiência de alimentos crus -- frutas e legumes -- e o refino excessivo do pão, dos cereais, hormônios e antibióticos nas carnes, conservantes, enlatados, agrotóxicos, açúcar refinado, frutas e legumes retirados verdes para amadurecerem a força, diminuindo muito os teores nutricionais etc. São causas de uma falta de celulose e fibras responsáveis por uma diminuição do trânsito intestinal.


Como funciona o nosso organismo? Qual o procedimento, o percurso e a função de cada orgão e de cada tipo de alimento na nossa digestão. Com esses conhecimentos, privilégios dos interessados, pode-se proceder de forma mais saudável na escolha do que comemos, quando e como comemos...


1º Passo para uma melhor digestão dos alimentos


Visão, Tato, olfato e Paladar


(eles provocam a secreção dos sucos apropriados em todos os níveis do aparelho digestivo)


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2º Passo: O alimento é pré-digerido na boca pela saliva e mastigação, que reduz os alimentos à uma sopa. Muitos problemas digestivos estão ligados a mastigação insuficiente, grande parte da energia vital dos alimentos é absorvida na boca durante a mastigação.


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3º Passo: Início da digestão. Os alimentos descem pelo esofago em peças separadas. Isso acontece graças ao acido cloridrico, às enzimas das glândulas estomacais e aos movimento peristaltico. (Beber enquanto come prejudica esse processo), pois dilui as secreções digestivas.


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4º Passo: Digestão e assimilação acontece no duodeno e no intestino delgado. Os alimentos continuam a ser divididos em moleculas simples pelos os sucos digestivos, pelas enzimas pancresticas e pela bílis (produzida pelo fígado e armazenada na vesicula biliar. Depois essas moleculas são dissolvidas pelas celulas da parede intestinal e passam à linfa e ao sangue para atingir as celulas do corpo.


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5º Passo: É a formação das fezes. Ela ocorre no intestino grosso, onde a água é necessária, junto com vitaminas sintetizadas pela flora intestinal. O papel da flora intestinal é da maior importância no sistemas de defesa do corpo. Os antibioticos e as substâncias biologicas destroem essa flora.


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6º Passo: É a evacuação das fezes através do reto e do ânus. Normalmente acontece de uma a três vezes ao dia; A prisão de ventre (fezes duras e pouco frequentes) dá origem a vários problemas. Na maioria das vezes, é resultado da alimentação industrializada. Para corrigir basta comer mais ou substituir por alimentos naturais.


Este artigo no blog Nutrição em foco apresenta os ditúrbios que a má alimentação pode causar.


Seguindo as regras dos 5 niveis para a saúde.


Os naturopatas, médicos e terapeutas partidários dos métodos naturais, em todas as épocas da história reconhecem a importância de uma boa higiene do intestino.


A função do intestino delgado é absorver os alimentos de que nosso corpo necessita, está localizado entre o estômago e o cólon, ele é encarregado de finalizar a digestão dos alimentos e de assimilá-los. Ele cumpre essa função com a ajuda dos sucos digestivos do pâncreas e da vesícula biliar.


O intestino delgado, principalmente por causa das escolhas erradas da alimentação, pode sofrer uma diminuição do trânsito e tornar-se sujeito à invasão de parasitas e à estagnação de excrementos que deveriam passar para o cólon. Com o tempo as paredes intestinais ficam cobertas de depósitos, o que acaba impedindo a absorção dos elementos assimiláveis.


Com a flora intestinal alterada, as substâncias tóxicas que deveriam ser eliminadas são de novo absorvidas pelas paredes fragilizadas do intestino envenenando todo o organismo, A maioria das doenças tem sua sede no intestino.


Fonte : Suely Campanelle-Blog Saúde com Vida


Atualmente várias áreas da medicina estudam o intestino, considerado ser o segundo cérebro do nosso organismo. O sistema nervoso entérico é conectado ao cérebro superior pela medula espinhal e pelo nervo vago. O fato de que a maioria das fibras do nervo vago estão orientadas em direção ao cérebro e de que o fluxo de mensagens do abdome para a cabeça supera em muito ao fluxo de mensagens que vai do cérebro ao trato digestivo mostra a independencia desse sistema nervoso entérico. O nervo vago tem fibras nervosas que envolvem importantes funções como o batimento cardíaco, o peristaltismo intestinal, a fala e etc. Reconhece-se hoje em dia se mais de vinte diferentes classes de transmissores no cérebro e no sistema nervoso entérico por exemplo, a serotonina tem efeitos no cérebro e no intestino. Uma pessoa que usa um tipo de medicamento antidepressivo que inibe a recaptação da serotonina pode em doses baixas sentir um aumento do funcionamento do intestino, mas se a dose for alta os receptores se tornam mais insensíveis e o movimento do intestino tende a parar e por consequencia a pessoa sente uma desconfortável prisão de ventre. Esses efeitos não são considerados efeitos colaterais, mas sim efeitos em ambos os sistemas. A grande quantidade de neurotransmissores nos intestinos evidencia a riqueza e a complexidade do sistema nervoso abdominal, igual ao cérebro. Neurologistas descobriam que o sistema nervoso entérico também possui as placas das substâncias amilóides que os doentes de Alzheimer possuem no cérebro apontando futuros caminhos de pesquisa para diagnosticar a doença de alzheimer através do intestino, com a pessoa ainda em vida.






Um segundo cérebro, tripla ação


O SEGUNDO CÉREBRO






Michael D.Gershon






Campus,


Rio de Janeiro,


2000, 350 p O funcionamento do aparelho digestivo


e sua relação


com o cérebro.


Limitar o papel do intestino à digestão seria reduzir consideravelmente a importância desse órgão. Ele é dotado de um sistema nervoso constituído por 100 milhões de neurônios (tanto quanto a medula espinhal), que elaboram cerca de vinte neurotransmissores — entre os quais a serotonina, reguladora do humor, que influi nos distúrbios depressivos. Os cientistas falam hoje do intestino como o "segundo cérebro" do corpo humano, capaz de enviar sinais ao cérebro.






O intestino ainda exerce outro papel. Ele serve de barreira entre o exterior (o intestino recebe moléculas estranhas como os nutrientes) e o interior do organismo. A integridade dessa barreira é essencial e uma flora intestinal equilibrada — que estimula a secreção de muco e produz substâncias capazes de modificar sua permeabilidade — melhora esse efeito barreira.






O terceiro papel do intestino é sua função imunológica. Em termos de células (por exemplo, de linfócitos), o sistema imunológico do intestino é o mais importante do






organismo e produz certas substâncias que regulam as reações imunológicas.






A flora intestinal, responsável pelo bom funcionamento do intestino, tem um lugar privilegiado na conservação da saúde.


Intestino, o segundo Cérebro


por Lena Rodriguez em terça, maio 3, 2011










Eu já conhecia esse texto, porém ao reler não pude deixar de refletir o quanto é verdadeiro... Gosto de comprovações a partir de minhas próprias experiências, assim fui lá atrás e me recordei da bagagem emocional mal resolvida que eu trazia desde a infância e todas as somatizações que já se apresentavam.






Então me recordei dos famosos 46 da Almeida Prado, religiosamente tomados e que mesmo assim nem sempre sutiam efeito... Eu sempre fui muito preguiçosa para comer frutas, mas comia verduras em profusão e cheguei a acreditar que por conta de não comer as primeiras, meu problema decorria daí, porém todos esses anos dezoito anos já se passaram e há muito não tenho mais esse tipo de problema com eliminação e acima de tudo, meu estado emocional é harmonioso e equilibrado.






Portanto, realmente tenho que concordar que o intestino é nosso segundo cérebro, pois continuo comendo frutas muito raramente, embora eu supra a questão de vitaminas e sais minerais da mesma forma que passo para as pessoas em atendimento comigo.






Algo que chamou muito minha atenção foi a questão Serotonina quando li sobre a mesma tempos atrás... Seu desempenho no organismo como um neurotransmissor no cérebro, sua falta causa sentimentos de irritabilidade e menos valia, crises de choro e alterações do sono e uma série de problemas emocionais... A Serotonina influi sobre quase todas funções cerebrais e seus níveis determinam se a pessoa está deprimidada, propensa à violência, impulsiva ou gulosa. Curioso que a palavra infezada, literalmente quer dizer 'cheia de fezes'.






Assim como a Serotonina pode elevar o humor e produzir uma sensação de bem estar, sua falta no cérebro ou anormalidades em seu metabolismo tem sido relacionado a condições neuropsíquicas bastante sérias... Pesquisadores dizem que ao restabelecer seus níveis, seguramente ela eleva alivia depressões, dor e desejos por carboidratos. Ela é um composto primeiramente encontrada no sangue (importante artigo sobre o sangue).






Cuide Bem de Você, esse cuidado envolve harmonia e equilíbrio mental e por consequência, emocional!






Lena Rodriguez


www.cuidebemdevoce.com






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O intestino é temperamental. Com 9 metros de comprimento, esse órgão, encarregado de absorver nutrientes e água, é a região do corpo que mais sofre a influência das emoções. Pense nos con?? itos da vida. Qualquer um – o fora do namorado, a perda do emprego, a briga em família. Quem não digere bem esses problemas corre o risco de ficar dias a fio sem ir ao banheiro. É o seu caso? Você não está sozinha. As mulheres lideram as estatísticas de alvos preferenciais do distúrbio, que, como você vai ver agora, nem sempre está relacionado a uma dieta pobre em vegetais e cereais.






“O sexo feminino é três vezes mais suscetível à prisão de ventre do que o masculino”, constata, em sua prática diária no consultório, Tiago Almeida, clínico geral de São Paulo. O médico acupunturista Marcius Mattos Ribeiro Luz, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), tem uma explicação para essa pole position: “As mulheres costumam engolir suas emoções, que implodem em vez de explodir”. Você deve estar se perguntando: como assim, se conseguimos expressar, com mais facilidade do que os homens, sentimentos como a raiva e a tristeza? “Não a ponto de neutralizá-los”, responde o especialista de bate-pronto.






O papel negativo da ansiedade






Quando você ouve falar em emoções e sistema nervoso, imediatamente pensa em cérebro, certo? Pois saiba que o intestino tem o seu próprio sistema nervoso autônomo, com uma rede de 100 milhões de neurônios circulando por ali. E essas células são diretamente responsáveis pela coordenação de todas as funções digestivas. No intestino, assim como no cérebro, os neurônios liberam dezenas de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre as células nervosas. É o caso da serotonina, associada ao bom humor, e que muitos pensam, erroneamente, concentrar-se maciçamente no cérebro. Na verdade, 95% dela é estimulada pela fricção das fibras alimentares nas paredes da cavidade abdominal.






Entre várias outras funções, cabe a essa mensageira e a outros neurotransmissores intestinais fazer com que os alimentos percorram o tubo digestivo a uma velocidade tal que o bolo fecal não fique retido mais tempo do que o necessário. São essas substâncias que controlam o movimento peristáltico, uma onda que vai do estômago ao ânus, provocando atos involuntários e voluntários que finalizam o ciclo da digestão com a evacuação. Serotonina e companhia modulam, em um, os impulsos nervosos que circulam de um neurônio para outro, fazendo o ajuste fino que leva à eliminação do número dois. Em caso de estado emocional alterado, porém, essa programação desanda. Por quê? É simples.






Embora sejam independentes, os sistemas nervoso central (localizado no cérebro e na medula espinhal) e o entérico (intestinal) “conversam” entre si. Sabe aquele incômodo na barriga antes de uma entrevista de emprego ou do encontro com o gato que você conheceu num bate-papo virtual? Pois é. Isso acontece por causa da conexão direta entre os neurônios circulantes no tubo digestivo e no cérebro – o chamado eixo cérebro-intestinal, que funciona como uma via de mão dupla. A ansiedade, gerada pela expectativa do grande dia, se reflete no intestino, que tanto pode travar como desandar. Isso porque esse sentimento altera a produção de serotonina e desorganiza as ondas peristálticas. Alterações na produção da serotonina também estão por trás da síndrome do intestino irritável, uma das principais doenças que afetam o intestino.






Segundo cérebro






Tão forte é a influência do intestino sobre o nosso organismo que esse órgão é tido nos meios científicos como o “segundo cérebro”. A expressão foi cunhada pelo médico americano Michael D. Gershon, do Departamento de Anatomia e Biologia Celular da Columbia Univesity Medical Center, em Nova York. Depois de 30 anos de pesquisas, Gershon conseguiu identificar a interatividade entre os neurotransmissores produzidos no intestino, chamado por ele de órgão inteligente, e as nossas emoções, cuja sede é o sistema límbico, localizado no cérebro. Portanto, atribuir a prisão de ventre apenas ao tipo de alimentação é um erro. Assim como é errado achar que se sofre do problema quando não se vai ao banheiro todos os dias.






“Um intestino que funciona uma vez a cada três dias pode ser tão normal quanto o que funciona três vezes por dia”, explica Ana Cristina Amaral Feldner, médica assistente da disciplina de gastrenterologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Na prisão de ventre, tanto pode haver uma lentidão do trânsito como é possível ocorrer um funcionamento diário mas com volume reduzido e fezes difíceis de eliminar. “Em ambos os casos, fica a sensação de esvaziamento incompleto do conteúdo intestinal”, completa Ana Cristina.






Agora você já sabe: suas emoções podem estar por trás dessa prisão de ventre, que, além do desconforto, contribui para mudar os contornos do seu corpo, salientando a indesejável barriga. O que fazer? “Reprimir os sentimentos é o mesmo que escondê-los”, avisa o acupunturista Marcius Mattos Ribeiro Luz. Há quem tenha mais ou menos recursos psíquicos para lidar com situações difíceis. Então, é sempre bom ter alguém com quem desabafar – uma amiga, um psicólogo, o médico de sua confiança. Um problema compartilhado é um problema dividido ao meio. E pode ajudá-la a encarar melhor os conflitos que, vamos combinar, são inevitáveis e atormentam todos os mortais. Uma atitude positiva diante deles já é, por si só, uma boa medida terapêutica.






O que você NÃO deve fazer






- Tomar laxantes – Sem indicação médica, bem entendido. Seguir os conselhos do balconista da farmácia é uma roubada. Ele desconhece as implicações dessas drogas no organismo. Embora ainda não haja estudos conclusivos sobre a ação desse tipo de medicamento, já se sabe que alguns podem lesar o revestimento interno do intestino. “O risco é desenvolver uma colite, inflamação que


pode levar a diarreias ou graves lesões” – alerta o clínico geral Tiago Almeida.






- Adiar a ida ao banheiro – “As mulheres evitam ir ao banheiro fora de casa”, explica Almeida. Quando vem a vontade, vá, seja aonde for. Refrear o reflexo é o caminho mais curto para travar.






- Comer carne vermelha todos os dias – Estudos da Oxford University, na Inglaterra, relacionam o consumo do alimento à maior incidência de intestino preso.






Síndrome do intestino irritável






Serotonina além da conta nas entranhas pode estar na gênese desse mal, que alguns gastrenterologistas já encaram como uma “doença mental” do segundo cérebro. Estima-se que duas em cada dez pessoas em todo o mundo sofra do problema, conhecido tempos atrás como colite nervosa ou síndrome do cólon irritável. Outros neurotransmissores, além da serotonina, também interferem nas ondas peristálticas e modificam os hábitos digestivos. O diagnóstico é feito clinicamente, depois que exames descartam a possibilidade de outras doenças, como úlcera. Os sintomas variam. Pode ou não haver dores, e o movimento intestinal alterna (ou não) constipação e diarreia. “Emoções exacerbadas não raro levam à doença”, afirma a gastrenterologista Ana Cristina Amaral Feldner. “Mas, como muitos malesque acometem o intestino, as causas, multifatoriais, ainda não estão completamente esclarecidas. É como se a doença fosse uma árvore – o estímulo emocional seria um dos seus galhos.”


Fonte : Lena Rodriguez-Blog Cuide Bem de Você

O Segundo Cérebro-Indicação de Livros




MICHAEL D. GERSHON


O autor acredita o intestino humano possui um ´cérebro" próprio e interpreta as doenças gastrintestinais a partir deste pressuposto, além de analisar o funcionamento desse órgão.

Há um livro famoso chamado O cérebro desconhecido de Helion Póvoa que fala sobre o intestino. Neste livro, ele considera o intestino como o nosso segundo cérebro e esta linha é seguida por vários profissionais de saúde atualmente, especialmente, os nutricionistas.






Isso porque um intestino saudável é garantia de vida longa e longe de doenças. É possível tratar e evitar a maioria das doenças quando se objetiva manter o intestino de uma pessoa saudável.
Um intestino saudável também é garantia de uma vida mais bem humorada e longe da depressão. Isso porque 70% da serotonina (o neurotransmissor do bom humor) é produzida no intestino, além do mais um intestino preso provoca mau humor em qualquer pessoa, porque todo o sistema neurológico está interligado a ele. Por isso uma pessoa irritada e mau humorada é popularmente chamada de enfezada!


Para manter o intestino saudável, o ideal é manter uma alimentação rica em fibras com consumo diário e adequado de frutas, verduras e legumes e bastante água!!! Sem água nada funciona, muito menos o intestino! Além disso, muito cuidado com ingestão de alimentos industrializados, doces e excesso de leite e derivados. A prática de atividade física também é muito importante para auxiliar o funcionamento intestinal.


Um intestino saudável deve ter um funcionamento regular entre 1 a 3 vezes ao dia.


Abaixo deixo um vídeo Japonês muito bom sobre o intestino. No vídeo há informações sobre as doenças que podem surgir a partir de um intestino que não está saudável e algumas recomendações. Existem 3 termos que não puderam ser traduzidos, mas apresentam o significado e não impedem a compreensão do conteúdo. No vídeo há algumas imagens do intestino, pessoas sensíveis às imagens, não devem assistí-lo.


Não fique assustado, lembre-se: PARA TUDO HÁ UM JEITO, CUIDE SEMPRE DA SUA ALIMENTAÇÃO! PROCURE UM NUTRICIONISTA!

A Saúde depende do Estado do Intestino. Por Dr Hiromi Shinya, que atualmente na cidade de Nova York é Professor Doutor da Faculdade de Medicina Albert Einstein e Diretor do Centro de Colonoscopia do Hospital Beth Israel. Desde 1969, realiza com sucesso a extirpação do pólipo do intestino grosso sem necessidade de corte abdominal. Hoje em dia no mundo inteiro, o método do Dr Shinya é praticado com sucesso.
Veja no vídeo abaixo.





LIMPEZA INTESTINAL